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Coparticipação Vale a Pena?

Atualizado: Abr 14



Ter um Plano de Saúde é o terceiro maior desejo de conquista dos brasileiros desde 2015, segundo pesquisa realizada pelo IESS/IBOBE (Acesse a pesquisa aqui) ficando atrás apenas da Educação e o desejo da Casa Própria.

Por diversos fatores que afetam esta realidade, hoje existem cerca de 70% de brasileiros que não possuem um Seguro ou Plano de Saúde Privado, seja por custo ou por não estarem aptos às regras que as operadoras definem e seguem através da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).


Ter um atendimento em saúde adequado do SUS é necessidade de todos, e 38% das pessoas que contam com um plano privado, o tem por não confiar na qualidade da saúde pública, segundo a pesquisa mencionada, por isto, muitas destas famílias optam por fazer um sacrifício financeiro para garantir um atendimento de mínima qualidade, destinando boa parte de sua renda a um cuidado básico que, por muitas vezes não chegam nem a ser usados.


Buscando reduzir estes custos, existem as categorias de planos por coparticipação, sendo estes produtos cerca de 30% mais baratos e com uma participação mínima do beneficiário sempre que o plano for utilizado, e pela falta de informação, este é o maior medo de todos.


O primeiro detalhe que muitos não sabem, é que a ANS limita a cobrança da coparticipação a 40% do valor do procedimento pago pela operadora ao prestador do serviço de saúde, e a dica, é que as operadoras pagam um valor inferior ao que seria pago por um paciente particular, por exemplo: numa consulta médica onde a clínica cobra R$100,00 de um paciente particular, a operadora de saúde recebe uma cobrança de apenas R$30,00 para o mesmo procedimento, no caso de pacientes com convênio médico, e o valor da coparticipação é calculado sobre os R$30,00. Ou seja, se a operadora cobra do beneficiário uma participação de 40%, esta coparticipação vai ser de apenas R$12,00 para o beneficiário pagar à operadora.

Em alguns casos, a operadora de saúde define um limite máximo em reais (R$) por procedimento, e em casos onde o percentual calculado ultrapasse este limite, o beneficiário pagará apenas aquele valor máximo previamente definido por contrato.


Saber que vai ter uma cobrança a mais na fatura do Plano de Saúde pela utilização desperta um receio de receber uma fatura com o valor muito elevado, mas saber destes detalhes nos ajudam a decidir o que é melhor de acordo com a nossa real necessidade.


A cobrança da coparticipação num mês não pode ser maior que o valor total pago na mensalidade daquele beneficiário, o que em alguns casos, a operadora de saúde "parcela" a cobrança do valor para outro mês. Além disso, existe uma lista de mais de 250 procedimentos como exames preventivos, tratamento de doenças crônicas, exames pré-natal e neonatal que não podem ser cobradas coparticipação do beneficiário, segundo regra imposta pela ANS (disponível aqui).


Outro detalhe é que, para atendimentos em pronto-socorro ou internações, o valor de coparticipação é fixo e todos os procedimentos necessários durante o atendimento estão cobertos neste mesmo valor, ou seja, quaisquer exames, simples ou complexos, realizados durante o atendimento no PS ou na internação não serão cobradas coparticipação posteriormente, sendo cobrado apenas o valor fixo referente ao evento.


Ter informações como estas mudam completamente a realidade das pessoas, que por muitas vezes conseguem migrar para um plano com coparticipação e ainda incluir outra pessoa da família que, de repente, não contava com este benefício de um cuidado e atendimento de qualidade.

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