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Diga NÃO ao Fumo



Desde crianças somos alertados sobre os malefícios de fumar cigarros, e não apenas isso, mas é comum observar nas embalagens dos cigarros imagens negativas acompanhadas de textos destacando algum ponto prejudicial que o ato de fumar aqueles cigarros irá trazer para a saúde do fumante, no entanto, infelizmente estes alertas não têm sido suficientes e muitas pessoas, mesmo sabendo que este ato só trará malefícios à saúde, iniciam o fumo do cigarro, seja por influência ou curiosidade, e se tornam dependentes.


O tabagismo não é algo pequeno ou não alarmante, talvez algumas pessoas pensem isso devido à grande quantidade de pessoas que são adeptas aos cigarros e devido à facilidade de encontrá-los em diversos pontos de vendas, mas o tabagismo é reconhecido como uma doença crônica, como resultado da dependência à nicotina, substância que está presente nos produtos que têm tabaco em sua composição, como o cigarro.


Imagine uma pessoa (iremos chamá-la de Marcos) que observa diariamente outras pessoas inalando uma substância tóxica e que faz mal à saúde. Marcos tem conhecimento de vários malefícios que o ato de inalar aquela substância trás para a saúde e para o corpo, além de ser uma das, e muitas vezes a principal causa de diversos tipos de câncer, além de outras complicações. Marcos se pergunta sobre a razão de aquelas pessoas continuarem a inalar aquela substância, e ainda por cima pagarem para tê-la, mesmo sabendo de todo o mal que ela faz.


O cenário que o Marcos vivencia não faz sentido, não é? Por que alguém usaria seu dinheiro voluntariamente em algo que vai prejudicar a própria saúde, e continuaria consumindo aquela substância mesmo ciente das consequências?


Mas não é tão simples quanto parece, a continuidade do consumo do cigarro não é algo voluntário por parte da pessoa, essa atitude é consequência da dependência causada pela nicotina. A nicotina causa não apenas dependência física, mas também psicológica e comportamental, fazendo com que a pessoa não consiga ou tenha muita dificuldade para parar de fumar, mesmo que queira.


Dados divulgados pela Organização Pan Americana de Saúde apontam que o tabagismo é responsável por mais de 8 milhões de mortes a cada ano, sendo a epidemia de tabaco considerada uma das maiores ameaças contra a saúde já enfrentadas mundialmente.


Curiosidade: A Nicotiana tabacum é uma planta que apresenta o princípio ativo "nicotina", que causa a dependência. As suas folhas são utilizadas para a produção do tabaco.


Como a nicotina age no cérebro?


Quando a fumaça produzida pela combustão do cigarro é inalada, ela chega rapidamente ao cérebro (em um tempo de 7 a 19 segundos) e atinge o Sistema Nervoso Central, causando a liberação de neurotransmissores responsáveis por liberar a sensação de prazer e satisfação. Daí vem a dependência.


Com o consumo contínuo da nicotina, o cérebro se adapta à substância e passa a necessitar uma quantidade cada vez maior dela para manter o mesmo nível de satisfação que se tinha no início. Assim, além da dependência, a nicotina faz com que a pessoa sinta cada vez mais a necessidade de inalar quantidades maiores da substância (processo também conhecido como “tolerância à droga”).


A pessoa fica dependente das sensações causadas pela nicotina, e sente que, se não fumar, não se sentirá bem. O grande problema é que essas sensações causadas pela nicotina através do seu efeito no Sistema Nervoso Central não chegam desacompanhadas ao fumar cigarros.


“A dependência obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas.” (Biblioteca Virtual em Saúde, 2015)

Quais são os tipos de câncer em que o cigarro é um fator de risco?


O Instituto Nacional de Câncer alerta que o cigarro e outros produtos que utilizam do tabaco são sérios fatores de risco para o desenvolvimento dos seguintes tipos de câncer:


  • Câncer de pulmão;

  • Câncer de brônquios;

  • Câncer de traqueia;

  • Câncer de faringe;

  • Câncer de laringe;

  • Câncer de boca;

  • Câncer de cólon e reto;

  • Câncer do colo do útero;

  • Câncer de esôfago;

  • Câncer de estômago;

  • Câncer de rim e ureter;

  • Câncer de pâncreas;

  • Câncer de bexiga;

  • Câncer de fígado;

  • Leucemia mielóide aguda.


Isso se dá devido à inalação de todas as substâncias tóxicas e cancerígenas que se acumulam e causam sérios danos ao corpo. Além de cânceres, o consumo do tabaco está associado a acidentes cerebrovasculares e ataques cardíacos, assim como enfermidades no sistema respiratório (como a tuberculose e a bronquite crônica), impotência sexual, osteoporose, envelhecimento precoce, entre outras. O número quantitativo de doenças relacionadas ao consumo de cigarros é superior a cinquenta.


Fumantes passivos


A fumaça gerada na combustão do cigarro também é prejudicial para as pessoas que não são fumantes mas estão próximas o suficiente de alguém que está fumando e acabam por inalar a fumaça durante o processo normal da respiração. Estas pessoas, principalmente as crianças, também correm o risco (embora em menor intensidade) de desenvolver as mesmas complicações que o cigarro causa em fumantes.


Das mais de 8 milhões de mortes por ano relacionadas ao consumo do tabaco, cerca de 1,2 milhão delas são consequências da exposição de pessoas não fumantes à fumaça do cigarro.


Produtos além do cigarro


Outros produtos que fazem uso do tabaco além do cigarro comum são:


  • Cigarro de palha;

  • Cachimbo;

  • Charuto;

  • Bidi;

  • Cigarrilha;

  • Rapé;

  • Narguilé;

  • Fumo-de-rolo;

  • Aparelhos eletrônicos para fumo.


Independente do produto utilizado, o consumo de tabaco é prejudicial à saúde.


Cigarros e Coronavírus


O fumo potencializa os riscos da pandemia causada pelo novo coronavírus, uma vez que este afeta o sistema respiratório do corpo humano, que é justamente o sistema mais afetado e danificado pelo fumo. A parte do contágio também está envolvida, pois o contato entre os dedos, o cigarro e os lábios, pode resultar na infecção pelo coronavírus devido ao contato da boca com cigarros contaminados.


Métodos para abandonar o fumo


O ideal é que o cigarro, assim como as drogas, não seja experimentado, justamente por causar dependência e ser nocivo à saúde. Mas como uma pessoa que já é fumante pode parar de fumar?


Essa não é uma tarefa fácil, mas não há dúvidas de que vale muito a pena e de que salva vidas.


Uma pessoa pode decidir parar de fumar de forma imediata (definir uma data para interromper completamente o fumo, independente da quantidade de cigarros que esteja fumando por dia) ou de forma gradual (definir uma data para parar completamente de fumar e ir reduzindo a quantidade de cigarros consumidos por dia até chegar à data definida e interromper completamente o fumo).


O apoio das pessoas ao redor é importante e a psicoterapia pode ser de grande ajuda. Caso as alternativas de interrupção imediata ou gradual não tenham sido bem sucedidas, é importante não desistir, a pessoa pode buscar por tratamento e ajuda por parte de profissionais de saúde, com o objetivo de abandonar o fumo, através do Programa Nacional de Controle do Tabagismo.

Além das orientações e técnicas, pode também ocorrer a utilização de medicamentos para minimizar os sintomas da síndrome de abstinência à nicotina (principal fator que faz com que as pessoas desistam de parar de fumar), com a devida prescrição médica, para que o tratamento seja bem sucedido.


O Ministério da Saúde através da Biblioteca Virtual em Saúde chama atenção para os benefícios de abandonar o fumo a curto e longo prazo:


A curto prazo:


“Após 20 minutos a pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal. Após 2 horas, não há mais nicotina circulando no sangue do fumante. Após 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza. De 12 a 24 horas após o último cigarro, os pulmões já funcionam melhor.” (Biblioteca Virtual em Saúde, 2015)


A longo prazo:


"Após 2 dias, o olfato já percebe melhor o cheiro e o paladar já está mais sensível. Após 3 semanas, a respiração se torna mais fácil e a circulação melhora. Após 1 ano, o risco de morte por infarto já foi reduzido pela metade. De 5 a 10 anos depois de parar de fumar, o risco de infarto será igual ao de pessoas que nunca fumaram." (Biblioteca Virtual em Saúde, 2015)

Não deixemos que o cigarro continue a tirar vidas.


Fontes: Instituto Nacional de Câncer (1, 2, 3, 4, 5), Biblioteca Virtual em Saúde, Organização Pan Americana de Saúde, Minha Vida



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